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CONFETES E SERPENTINAS |
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RÁDIO BERÇO DO SAMBA |
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GRUPO BERÇO DO SAMBA
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César
Cuica |
Começou
a descobrir a sonoridade da cuíca
no final dos anos 70, quando fazia parte
do Bloco dos Sertanejos (bloco de embalo
que desfilava pelas ruas no carnaval
de Duque de Caxias - RJ). A partir daí
foi se aprimorando nos encontros musicais
com os amigos, alguns dos quais também
integram o Grupo Nosso Canto.
Um pouco depois inicia seu processo
de profissionalização
musical, participando de grupos que
faziam apresentações em
festas, clubes e bares.
Em 1986 faz sua primeira gravação,
no Lp da dupla Beto Cavaco e Jorge Macarrão
e a mais recente no cd/livro de Xangô
da Mangueira.
Concentrado e introspecto na sua forma
de tocar, valoriza com sua cuíca
a parte rítmica das canções,
trabalhando os sons em toda a extensão
de seu instrumento, sentindo e transmitindo
a emoção, emoção
esta que o torna um legítimo
representante da “família”
de cuiqueiros do Brasil.
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Luizinho |
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Iniciou
sua trajetória musical como surdista
do grupo “ Sacode a Poeira”,
no final dos anos 70,em Duque de Caxias
- RJ.
Participou posteriormente de outros
grupos, o que o possibilitou acumular
experiências e ensinamentos, contribuindo
também para o aprimoramento da
sua maneira de tocar, assim como a aquisição
de novas habilidades musicais. Nos anos
80 foi, inclusive, percussionista do
cantor Elymar Santos.
Apesar de tocar vários instrumentos
de percussão, em 1997 fixou-se
como panderista do Grupo Nosso Canto.
Possui um estilo rítmico voltado
para o choro, com marcações
suaves de acompanhamento, não
esquecendo porém de utilizar
todo seu swing nos pagodes e partidos.
É também um excelente
passista. Sua ginga pode ser conferida
nas apresentações do Grupo
Nosso Canto, quando eventualmente faz
seu “solo”, dizendo no pé.
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André
Vianna |
Iniciou
sua carreira profissional, ainda muito
jovem quando passou a integrar o Regional
“Mesa de Bar”, que se apresentava
nas noites de Niterói –
RJ. Posteriormente integrou grupos regionais
em Duque de Caxias - RJ, com os quais
tocou em apresentações
pelo Estado do RJ, MG e ES.
Vencedor do troféu “Cavaquinho
de Ouro”, em festival realizado
pela RIOTUR em 1986, junto com Regional
Tempo Quente, com o qual gravou um Disco-Mix
em 1988.
Com o 'Tempo Quente' apresentou-se em
diversos locais das noites cariocas,
como o Clube do Samba, Botecoteco, Vinícius,
Leme Palace Hotel, dividindo palco com
vários artistas consagrados,
entre outros: João Nogueira,
Carlinhos Vergueiro, Roberto Ribeiro
e Elza Soares.
No início dos anos 90 liderou,
junto com outros sambistas (Arthur Santos,
Pipiu do Lafaiete, Jorge Macarrão,
Bira da Vila, Cesar Cuíca, entre
outros) o Movimento “Roda de Samba”,
que percorreu bares de Duque de Caxias
– RJ, retomando e valorizando
o samba de raiz, resgatando, inclusive,
importantes compositores caxienses como
Otávio Lobo e Hélio Cabral.
Com seu jeito alegre e com alto astral,
é um dos condutores do ritmo
do Nosso Canto através de suas
palhetadas, que trabalham em perfeita
harmonia com a “cozinha”
do grupo.
Canta com firmeza e procura dar seu
toque pessoal às canções,
buscando, sempre que possível,
variações na forma de
interpretar.
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Beto
Cavaco |
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Violonista,
cavaquinista, cantor e compositor, possui
várias experiências musicais
adquiridas nos “ bailes da vida”,
a partir do final dos anos 60.
Após participar de grupos e movimentos
musicais durante a década de
70 e 80, época , inclusive, em
que compôs vários jingles
de sucesso comercial, conheceu Jorge
Macarrão em 1985, de quem se
quem tornou amigo e parceiro musical,
parceria esta que resultou em inúmeras
composições, que podem
ser conferidas no Lp da dupla, lançado
em 1988, assim como os sambas gravados
pelo grupo “ Os Sambeiros”
(anos 80), por Luiz Carlos da Vila,
no Cd “Festa do Samba” e
no samba “ Mordomia com Teresa”,
parceria da dupla com o também
compositor Jair Lobo, música
que interpretada pelo Grupo Nosso Canto
(então Grupo Novo Canto), foi
a vencedora do Festival 20 anos do Projeto
Seis e Meia – Teatro João
Caetano, e gravada no Cd “ Quintal
do Pagodinho”(2001), produzido
por Zeca Pagodinho e Rildo Hora.
Como violonista, desenvolve o acompanhamento
trabalhando preferencialmente os bordões,
valorizando a melodia, além de
integrar o som do seu violão
ao pulsar rítmico da música.
Possui um estilo cadenciado de cantar,
que faz com que os sambas e bossas tenham
um efeito bem particular.
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João
Bosco |
Começou
a tocar motivado pelos saraus que ocorriam
em sua casa. Na época, inclusive,
formou o Regional Lua de Prata, onde
tocava com seus irmãos. Com o
Regional Lua de Prata se apresentou
em vários espetáculos
em Duque de Caxias e todo o Estado do
RJ.
Também foi integrante de várias
Bandas de Música, como a Banda
Lira de Ouro, a Banda Portugal e a Banda
Musical da Fundação Souza
Marques, assim como participou de várias
gravações, com chorões
e com sambistas como a cantora/instrumentista
Nilze Carvalho e o sambista Bira da
Vila.
João Bosco é professor
de Educação Artística
e estudou com importantes flautistas
do RJ, como João Adauto e com
Carlinhos, flautista da Orquestra Sinfônica
Brasileira.
Solista do Grupo Nosso Canto, toca com
muito sentimento, utilizando a flauta
para apresentar clássicos do
chorinho e enriquecer os sambas presentes
no repertório, quando, aproveitando-se
das pausas melódicas, faz inserções
de inúmeras frases e escalas,
particularizando suas interpretações.
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Gilsinho |
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Iniciou
sua carreira nos anos 80, quando foi
integrante do Movimento Pagode de Mesa
em Duque de Caxias, com grupo Cantão,
grupo que teve intensa participação
na valorização do samba
de raiz. No Cantão, Gilsinho,
além do surdo, tocava repique
de mão.
Com o Grupo Cantão, impulsionado
graças a projeção
do “pagode de mesa”, se
apresentou por todo o Estado do RJ,
acompanhando inúmeros artistas
como: Jovelina Pérola Negra,
Leci Brandão, Mauro Diniz, Elaine
Machado, entre outros. O Cantão
também era o grupo que acompanhava
Dominguinhos do Estácio.
Dono de um estilo todo particular, utiliza
o surdo de uma maneira diferenciada,
não se limitando à marcação
tradicional do tempo forte, mas empregando
inúmeras variações
rítmicas em seu instrumento.
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As
músicas do CD “O Samba
é a Nossa Paixão”,
podem ser escutadas em nossa rádio. |
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