Compositor.
Nasceu, segundo seu relato, em plena areia quente,
no Caminho de Bom Jardim a Patioba, na Bahia,
durante uma viagem de sua mãe. Teve uma
infância conturbada, tendo sido roubado
dos pais - José de Assis Valente e Maria
Esteves Valente - e entregue depois a uma familia
para ser criado. Trabalhava até ficar exausto
durante a semana e, aos sábados, ia à
tarde fazer feira com sua patroa. Vagou com um
circo pelo interior, no qual, entre outras coisas,
cantava: "Vejam só \ Vejam só
\ A roupa que há cem anos, já usava
minha avó \ Veio a vez \ veio a vez \ De
cada roupa dessas se fazer duas e três".
Em Salvador, trabalhou como farmacêutico,
fez cursos de desenho no Liceu de Artes e Ofícios
e profissionalizou-se como especialista em prótese
dentária. Transferiu-se para o Rio de Janeiro,
em 1927 e empregou-se como protético. Após
muita luta, conseguiu publicar alguns desenhos
no Shimmy, Fon-Fon, etc.
No início dos anos 1930, começou
a compor sambas. Em 1932, conheceu Heitor dos
Prazeres, que muito o incentivou. Em princípios
de 1941, casou-se com Nadili, com quem teve sua
única filha, Nara Nadili nascida em 1942.
Pouco depois o casal se separou. A 13 de maio
de 1941, no apogeu de sua carreira de compositor,
o Rio de Janeiro foi sacudido com a notícia
de que ele se tinha atirado do Corcovado e, milagrosamente
preso a um galho de árvore, fora libertado
por uma equipe do Corpo de Bombeiros. Mas, embora
salvo, moralmente prosseguiu em sua queda do abismo.
Nunca mais foi o mesmo. Seu nome foi, aos poucos,
sendo esquecido e, a partir de então, só
esporadicamente voltava ao cartaz. Anos depois
da primeira tentativa, quando Elvira Pagã,
com escândalo, cobrou-lhe uma dívida
de Cr$ 4.000,00 (quatro mil cruzeiros), tentou
novamente o suicídio, dessa vez com lâmina
de barbear. Passou então a viver de seu
laboratório de prótese dentária
e esporadicamente de sua música. Mas, para
pagar o laboratório, era geralmente obrigado
a contrair novas dívidas. Ao contrário
do que muitos pensavam, continuava a compor. Freqüentemente
mostrava aos íntimos uma composição
nova, de rara beleza. Compunha quase uma música
por dia. Não conseguia, entretanto, gravá-las.
No máximo, quando as dívidas apertavam,
vendia um samba que depois, assinado por outros,
fazia sucesso. A 10 de março de 1958, desesperado
com sua situação financeira, resolveu
suicidar-se. Deixou a casa em que morava, na Rua
Santo Amaro, 112, seguiu para o seu consultório
na Cinelândia, onde permaneceu até
cerca das l3h30 min. Às 15 h foi à
Sbacem, sociedade arrecadadora de direitos autorais
à qual estava filiado, para se informar
de seus rendimentos. Estava tão nervoso
que o tesoureiro da Sbacem, Joubert de Carvalho,
deu-lhe um sedativo. Ás 16h30 min telefonou
para seu laboratório dando instruções
a seus empregados do que deveria ser feito após
sua morte. Às 17h30 min telefonava para
seu editor, Vicente Vitale, e para o embaixador
Pascoal Carlos Magno comunicando-lhes que iria
se matar. Vitale ainda tentou ligar para a Polícia:
era tarde. Exatamente às 17h55 min, portanto,
oito dias antes de seu 47º aniversário,
em um banco da Praia do Russel, junto de um play-ground
onde brincavam crianças, tomou formicida
com guaraná. Vestia calça azul-marinho
e blusão amarelo. Em seus bolsos foram
encontrados um par de óculos, uma carteira
de identidade com o retrato rasgado, uma carta
para a polícia e duas notas velhas de cinco
cruzeiros. Na carta, entre outras coisas, esclarecia
que morria por sua vontade, estando seriamente
endividado, e fazia um apelo ao público
para que comprasse seu novo disco "Lamento".
Pedia ainda a Ary Barroso que pagasse o aluguel
atrasado de duas residências. E acrescentava:
"Vou parar de escrever, pois estou chorando
de saudade de todos, e de tudo".
Gravado em 1932, seu primeiro samba "Tem
francesa no morro" tornou-se sucesso na voz
de Aracy Cortes.
Por essa época, quando assistiu em um
teatro da cidade Carmen Miranda cantar "Sorriso
Falso", de Cícero Almeida, ficou fascinado.
"Fiquei apaixonado por ela, não só
como cantora, mas como mulher principalmente",
confessou um dia. E fez tudo, então, para
conhecê-la. Tornaram-se amigos, e Carmen
Miranda, sempre que podia, incluía em seu
repertório um samba dele. Indo um dia a
Vila Isabel, a uma festa em que se declamava muito
Olegário Mariano, Menotti del Picchia,
etc., e senhoras e almofadinhas baratos da época
trocavam muitos bye-byes, sentiu-se inspirado
e fez o famoso "Good-bye, Boy", onde
criticava o excesso de americanismos na língua
brasileira, especialmente para Carmen Miranda,
que acabou por se tornar posteriormente a maior
intérprete e divulgadora de seus sambas.
Esse samba foi gravado em 1932 em disco que tinha
ainda o samba "Etc...". Teve ainda no
mesmo ano gravadas por Moreira da Silva a marcha
"Pra lá de boa" e o samba "Oi
Maria". Nesse ano, quando estava solitário
no quarto onde morava na Praia de Icaraí
em Niterói, em pleno Natal, compôs
a marcha "Boas festas" que se tornaria
a canção natalina mais conhecida
dos brasileiros e uma das poucas do gênero
que conseguiu sobreviver. Seu sucesso foi de extrema
importância para ele e também para
Carlos Galhardo, ambos em início de carreira
à época do lançamento em
dezembro do ano seguinte, em disco que trazia
também o samba "Pão de açúcar",
com Artur Costa. Ainda em 1933, na Victor, Carmen
Miranda gravou as marchas "Tão grande,
tão bobo" e "Lulu" além
do samba "Sapateia no chão" e
Moreira da Silva os sambas "Abre a boca e
fecha os olhos" e "Levante o dedo"
e as marchas "Olha à direita"
e "Cadê você meu bem". Também
nesse ano, Aurora Miranda gravou na Odeon o samba
"Sou da comissão de frente" e
a marcha "Quando eu queria você",
com Milton Amaral. Para as festas juninas deste
mesmo ano, compôs "Cai, cai balão"
marcha gravada em dupla por Francisco Alves e
Aurora Miranda. Ainda em 1933, teve as marchas
"Não sei pedir seu coração"
e "Beijinhos" gravadas pela cantora
Elza Cabral.
No ano seguinte, Carlos Galhardo gravou na Victor
a marcha "Marcolina" e o samba "Sinos
da Penha". Nesse ano, Carmen Miranda gravou
com grande sucesso o samba "Minha embaixada
chegou" em disco que trazia também
a marcha "Té já".
Em 1935, mais quatro composições
lançadas por Carmen Miranda, a marcha "Recadinho
de Papai Noel" e os sambas "Por causa
de você, Ioiô", "E bateu-se
a chapa" e "Isso não se atura".
Nesse ano, Almirante gravou a marcha "Deixe
de ser palhaço" e o samba "Pensei
que pudesse te amar", Mário Reis,
o samba "Este samba foi feito pra você",
com Humberto Porto e o Bando da Lua, o samba "Mangueira",
com Zequinha Reis. Nesse ano, Francisco Alves
gravou na Victor as marchas "Olhando o céu
todo estrelado" e "Mais um balão".
Teve mais quatro composições lançadas
pelas irmãs Miranda em 1936, Aurora lançou
a marcha "Vem comigo", com Jocelino
Reis e o samba "Ao romper da aurora",
com Leandro Medeiros e Carmen, a marcha "Ô..."
e o samba "Fala meu pandeiro". Ainda
nesse ano, a cantora Sônia Carvalho gravou
os sambas "Sem você não há
prazer", "Você quer se ver livre
desse mundo", com Roberto Azevedo e "Eu
vivia no morro", o Bando da Lua, as marchas
"Cirandinha" e "Só conheço
uma" e os sambas "Que é que Maria
tem" e "Maria boa", este um grande
sucesso carnavalesco e Orlando Silva os sambas
"Não é proceder" e "Já
é de madrugada".
Em 1937, teve lançadas pelas Irmãs
Pagãs na Victor, os sambas "O samba
começou" e "Tristeza", com
Zequinha Reis e por Orlando Silva, também
na Victor os sambas "Alegria", com Durval
Maia, outro grande sucesso e "Minha intenção",
com Nelson Peterson. Também em 1937, Carmen
Miranda gravou na Odeon o samba-choro "Camisa
listrada" feito exatamente para seu estilo
brejeiro e malicioso, que se tornou um dos sambas
preferidos dos foliões naquele ano. "Camisa
listrada" chegou mesmo a ganhar o primeiro
lugar em concurso promovido pela Prefeitura do
Rio de Janeiro na noite de sexta-feira, véspera
de Carnaval, no auditório da Feira de Amostras.
Porém, no domingo saiu em jornal a notícia
da anulação deste resultado "em
virtude do não-comparecimento do presidente
da comissão nomeada no edital".
Em 1938, Carmen Miranda lançou o samba-choro
"E o mundo não se acabou", uma
perfeita crônica sobre o fim do mundo, devido
à possível colisão do cometa
Halley com a Terra. Em 1939, teve gravados por
Nuno Roland o batuque "Cai sereno" e
o samba-choro "Coração que
não entende" e por Almirante o samba
"É feio, mas é bom" e
a marcha "Pequena endiabrada", com Leandro
Medeiros. Ainda nesse ano, Cinara Rios gravou
o samba "Jarro d'água", que satirizava
a falta d'água no Rio de Janeiro, e os
Trigêmeos Vocalistas o sambas "Sacrifício
demais", com Leandro Medeiros e "Esquece
tudo", com Milton Valente. Nesse ano, Carmen
Miranda gravou os sambas "Uva de caminhão",
cuja letra mencionava a super safra de uva vinda
do Sul, quando esta passou a ser vendida em caminhões
pelas ruas da cidade e"Deixa comigo".
Em 1940, compôs para Carmen Miranda o samba
"Brasil pandeiro", na ocasião
em que a cantora voltava ao Rio de Janeiro após
sua primeira viagem aos Estados Unidos. Carmen
Miranda não gostou da composição,
fato que o deixou desolado. O samba "Brasil
pandeiro" acabou sendo lançado pelos
Anjos do Inferno no ano seguinte em gravação
Columbia e foi incluída no filme "Céu
azul", de J. Rui. Ainda nesse ano, teve sua
última composição gravada
por Carmen Miranda, o samba "Recenseamento"
feito para comentar o censo geral do Brasil determinado
pelo então presidente Getúlio Vargas.
No período de 1933 a 1940, teve um total
de 25 sambas e marchas gravados por Carmen Miranda.
Em 1941, Nuno Roland regravou o samba "Maria
boa". Em 1942, recuperado da tentativa de
suicídio, lançou o samba "Fez
bobagem", grande sucesso na voz de Aracy
de Almeida em disco de 78 rpm que tinha ainda
no outro lado o samba "Amanhã eu dou".
Em 1943, teve gravado por Carmélia Alves
na Victor a batucada "Quem dorme no ponto
é chofer", que marcou a estréia
da futura "Rainha do baião" em
disco.
Seu último grande sucesso foi o amargo
samba-canção "Boneca de pano"
gravado em 1950 pelo conjunto Quatro Ases e um
Coringa". Em 1951, teve o baião "Armei
a rede", com Arsênio otoni gravado
por Renato Braga na Sinter. Em 1953, Ivan de Alencar
gravou o samba "Desprezado sonhador",
com Júlio Zamorano e Osvaldo Gouveia e
Dora Lopes e o Trio Nagô o samba "Projeto
1000", com Salvador Miceli, ambos na Sinter.
Em 1954, Nilton Paz gravou na Columbia a batucada
"A Maria é a maior", com Alfredo
Goinho e Júlio Zamorano. No ano seguinte,
teve a marcha "Boas festas" regravada
na Copacabana por Altamiro Carrilho e sua bandinha.
Em 1956, Luiz Cláudio gravou na Columbia
a marcha "Sai de baixo", parceria com
Álvaro da Silva. Em 1957, Marlene gravou
os sambas-choro "Jarro d'água"
e "E o mundo não se acabou".
Aurora Miranda a marcha "Cai, cai balão".
Em maiode 1958, dois meses após seu suicídio,
teve o samba "Lamento" gravado por Jairo
Aguiar na Copacabana. Marlene seria a segunda
cantora a gravar-lhe todo um long-playing, 10
polegadas pela Sinter com oito dos seus maiores
sucessos, incluindo os sambas-choro no LP "Marlene
interpreta sucessos de Assis Valente". Neste
ainda registrou a marcha "Cai, cai balão".
Após sua morte, suas músicas foram
redescobertas. Em 1969, Nara Leão regravou
"Fez bobagem" e Maria Bethânia
o samba "Camisa listrada". Em 1972,
o primeiro LP dos Novos Baianos trazia como faixa
de abertura "Brasil Pandeiro", que alcançou
grande sucesso. Em 1973, Chico Buarque, Maria
Bethânia e Nara Leão cantaram "Minha
embaixada chegou" no filme "Quando o
carnaval chegar", de Carlos Diégues
e Maria Alcina regravou "Maria Boa".
Em 1977, a tevê Globo dedicou-lhe todo um
programa na série de grandes compositores
intitulada "Brasil especial", escrita
por Ricardo Cravo Albin e dirigida por Augusto
Cesar Vannucci.
Na década de 1980, "Brasil pandeiro"
deu título a um programa da TV Globo apresentado
pela atriz Beth Faria. Ainda em 1980, Carmen Costa
regravou "Boneca de pano". Nos anos
1990, a cantora e compositora Adriana Calcanhoto
regravou "E o mundo não se acabou",
sem dúvida um de seus sambas mais famosos.
Ainda na década de 1990 o musical "O
Samba Valente de Assis", sobre a trajetória
do compositor, foi encenado no Rio de Janeiro.
A música "Brasil pandeiro" voltou
a ser extremamente popular em 1994, graças
a uma campanha publicitária relacionada
à Copa do Mundo. Admirador de sua obra,
o escritor e acadêmico Eduardo Portella
o considera o maior dentre todos cronistas da
MPB e uma das figuras mais interessantes dentre
as nascidas na Bahia.
A folia chegou • A infelicidade me persegue
• A rosa e vento • A saudade me viu
• A semana findou • A vida é
boa (c/ Herivelto Martins e Francisco Sena) •
Abre a boca e fecha os olhos • Acabei a
paciência • Acorda, São João
• Adivinhação • Alegria
de palhaço • Alegria (c/ Durval Maia)
• Amanhã eu dou • Amor de bamba
• Ao romper da aurora (c/ Leandro Medeiros)
• Apresentação • Arara
(c/ Leandro Medeiros) • Armei a rede (c/
Arsênio Ottoni) • Badaladas •
Bate palmas pra mineira • Batuca no chão
(c/ Ataulfo Alves) • Beijinhos • Bis
(c/ Lamartine Babo) • Boas festas •
Bola preta • Boneca de pano • Brasil
pandeiro • Cadê você meu bem
• Cai, cai, balão • Cai, sereno
• Camisa listrada • Cansado de sambar
• Ciradinha • Com água na boca
• Coração bateu demais •
Coração que não entende •
Dança do beliscão (c/ Júlio
Zamorano) • Deixa contigo • Deixa
esta, jacaré (c/ Pedro Silva) • Deixa
isso pra lá (c/ Alvinho) • Deixa
o passado • Deixe de ser palhaço
• Desprezado sonhador (c/ Júlio Zamorano
e Osvaldo Gouveia) • Dona Florinda •
E bateu-me a chapa • É do barulho
(c/ Zequinha Reis) • É duro de se
crer? • É feio, mas é bom
• E o mundo não se acabou •
É ordem do rei (c/ Castor Vargas) •
E por causa de você, Ioiô •
É sacrifício demais (c/ Leandro
Medeiros) • Ela disse que dá •
Elogio da raça • Esquece tudo (c/
Milton Valente) • Este samba foi feito pra
você (c/ Humberto Porto) • Etc. •
Eu vivia no morro • Fala, meu pandeiro •
Felismina • Fez bobagem • Foi pouco
• Good bye, boy • Gosto mais do outro
lado • Isso não se atura •
Já é de madrugada (c/ Carlos Perry)
• Já que está deixa ficar
• Jacaré, te abraça •
Jarro d'água • Jeannette (c/ Lamartine
Babo) • José do rancho • Lamento
• Levante o dedo • Lili... Lili •
Lulu • Madame • Mais um balão
• Mangueira (c/ Zequinha Reis) • Marcolina,
Marcolina • Maria boa • Maria é
a maior (c/ A Godinho e Julio Zamorano) •
Me segure • Minha embaixada chegou •
Minha intenção (c/ Nelson Petersen)
• Motivos musicais • Não é
proceder (c/ Harold White) • Não
quero não • Não sei pedir
seu coração • Não sei
se é (c/ Leandro Medeiros) • Nêga!
• Negócios de família •
Ninho desfeito (c/ Hortêncio de Aguiar)
• Nobreza • Noite azul • Novela
(c/ Leandro Medeiros) • O delegado mandou
(c/ Osvaldo Gouveia) • O dia morreu (c/
Oliveira Freitas) • O dinheiro que ganho
• O meu não dá • O samba
começou • Ô... • Oba!
Oba! • Oi, Maria • Olha a direita
• Olhando o céu todo estrelado •
Onde canta o sabiá (c/ José Carlos
Burle) • Pão de acúcar (c/
Artur Costa) • Pão-duro (c/ Luis
Gonzaga) • Para onde irá o Brasil?
• Patrulha musical • Pedacinho de
amor • Pensei que pudesse te amar •
Pequena endiabrada (c/ Leandro Medeiros) •
Põe a chave embaixo • Por causa de
você • Pra lá de boa •
Pra que amar • Pra que você me tentou
(c/ Nelson Petersen) • Pra quem sabe dar
valor • Procurando a Josefina • Projeto
1000 (c/ Salvador Miceli) • Quando eu queria
você (c/ Milton Amaral) • Que é
que a Maria tem • Quem dorme no ponto é
chauffeur • Quem duvidar que apareça
• Querer bem (c/ Penélope) •
Quero um samba (c/ Júlio Zamorano) •
Recadinho de Papai Noel • Recenseamento
• Sai de baixo (c/ Álvaro da Silva)
• Sapateia no chão • Se a gente...
quando gostasse • Se você deixar •
Sem você não há prazer •
Sinos da Penha • Só conheço
uma • Sodade furadeira (c/ Abreu Junior)
• Sou da comissão de frente •
Tão grande, tão bobo • Té
jà • Té logo, sinhá
• Tem francesa no morro • Tenho raiva
do luar • Tive que me mudar • Triste
verão • Tristeza (c/ Zequinha Reis)
• Um jarro d'água • Uva de
caminhão • Vem comigo (c/ Jocelino
Reis) • Vestidinho de Iaiá •
Viva a Penha (c/ Jovaldo Dantas) • Você
quer ser livre desse mundo (c/ Roberto Azevedo)
• Vou espalhando por aí