CONFETES E SERPENTINAS
RÁDIO BERÇO DO SAMBA



BIOGRAFIAS

 
 
Zeca Pagodinho
4/2/1959 Rio de Janeiro, RJ
 
Biografia

Cantor. Compositor. Nasceu em Irajá, subúrbio do Rio de Janeiro, sendo criado em Del Castilho.

Fez aulas de capoeira com Mestre João Professor. Adolescente, começou a participar das rodas de samba e partido-alto do subúrbio, sendo integrante do bloco carnavalesco Bohemios de Irajá.

Trabalhou como anotador de jogo do bicho.

Recebeu o apelido de "Pagodinho" quando freqüentava os pagodes na casa de Tia Doca, em Madureira. Freqüentou a roda de samba do Bloco Cacique de Ramos, onde começou a ser admirado pelos seus versos e por sua capacidade de improvisar. Por essa época, conheceu Arlindo Cruz, futuro parceiro em grandes sucessos.

Aldir Blanc e Moacyr Luz compuseram "Anjo da Velha-Guarda" em sua homenagem.

Apesar da pouca idade faz parte da Velha-Guarda da Portela.

Dados Artísticos
Beth Carvalho, que conheceu Zeca no Cacique de Ramos em 1981, convidou-o para participar de seu disco "Suor no rosto", de 1983, no qual cantaram em dueto "Camarão que dorme a onda leva", de Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz e Beto Sem Braço. No ano seguinte, o grupo Fundo de Quintal incluiu de sua autoria "Castelo de cera", em parceria com Arlindo Cruz no CD "Seja sambista também", pela gravadora RGE.

Em 1985, a RGE o convidou a gravar a coletânea "Raça brasileira", juntamente com Jovelina Pérola Negra, Mauro Diniz, Pedrinho da Flor e Elaine Machado. O disco foi um sucesso de vendas e execução nas rádios.

O primeiro disco solo, "Zeca Pagodinho", de 1986, pela gravadora RGE, vendeu 800 mil cópias, emplacando vários sucessos, como "SPC" (c/ Arlindo Cruz), "Brincadeira tem hora" (c/ Beto Sem Braço) e "Judia de mim", em parceria com Wilson Moreira. O LP é considerado uma obra-prima do partido-alto. No disco também foram incluídos os sucessos "Quintal do meu céu" (Jorge Aragão e Wilson Moreira), "Quando eu contar" (Iaiá) (Serginho Meriti e Beto Sem Braço) e "Cheiro de saudade", faixa de autoria de Sereno e Mauro Diniz, com a participação especial de Ana Clara. Outra participação importante foi a do partideiro Deni de Lima que interpretou em dueto com o anfitrião um pot-pourri com "Hei de guardar teu nome", "Vou lhe deixar no sereno" e "Macumba da nega". Neste mesmo ano, Almir Guineto, pela mesma gravadora, incluiu em seu disco a música "Lama nas ruas", parceria de ambos. Reinaldo gravou de sua autoria "Vem pra ser meu refrão", em parceria com Arlindo Cruz. No ano seguinte, em 1987, no LP "Aquela imagem", Reinaldo interpretou "Que pecado", de Zeca Pagodinho, Acyr Marques e Arlindo Cruz.

Em 1988, lançou pela gravadora RCA o disco "Jeito moleque", disco no qual interpretou os sucessos "Manera, mané" (Beto Sem Braço, Serginho Meriti e Arlindo Cruz), "O sol e a brisa" (Franco e Mauro Diniz), "Por querer, sem querer (Serginho Meriti e Acyr Marques), "Mulher perversa" (Monarco e Chico Santana) e a faixa-título "Jeito moleque", de autoria de Darcy do Nascimento e Dominguinhos do Estácio. No mesmo LP incluiu diversas composições de sua autoria: "Se tivesse dó" (c/ Nélson Rufino), "Chamego de pai" (c/ Beto Sem Braço), "Pisa como eu pisei" (c/ Beto Sem Braço e Aluízio Machado) e "Partido doce", em parceria com Mauro Diniz. Participou do disco "Bate outra vez", em homenagem a Cartola, no qual interpretou "Minha", de autoria de Cartola. No ano seguinte, em 1989, no disco "Boêmio feliz", figurando mais como intérprete, incluiu de sua autoria apenas as composições "Tempo de criança" (c/ Beto Gago) e "Ter compaixão" (c/ Arlindo Cruz e Marquinho China). Também foram incluídas "Saudade louca" (Arlindo Cruz, Franco e Acyr Marques), "Pinta de lorde" (Adilson Bispo e Zé Roberto), "Formiga miúda" (Wilson Moreira e Sérgio Fonseca) e "Shopping samba" (Wilson Moreira e Marcos Paiva), as duas últimas com a participação especial de Wilson Moreira. Interpretou um pot-pourri de compositores da Portela, escola da qual é devoto. Na faixa, contando com a participação especial de Argemiro, interpretou "Volta, meu amor" (Manacéia e Áurea Maria), "Cada um pro seu lugar" (Alberto Lonato), "Eu já ando meio cheio de aborrecimento" (Nélson Amorim), "Dona do meu coração" (Alcides Lopes) e "Cantar de um rouxinol", de autoria de Paulo da Portela.

Em 1990, no LP "Mania de gente", incluiu "É de black tie", em parceria com Martinho da Vila. No ano seguinte, lançou o LP "Pixote", pela gravadora RCA, no qual interpretou o sucesso "Mafuá de Iaiá", em parceria com Argemiro e Serginho. Ainda em 1991, participou do disco "Nada além", em comemoração aos 80 anos de Mário Lago, no qual, no qual interpretou "Ai! Que saudade da Amélia!", de Ataulfo Alves e Mário Lago.

Em 1992, lançou pela gravadora RCA o disco "Um dos poetas do samba", no qual incluiu "O feijão de Dona Neném" (c/ Arlindo Cruz), "Talarico, ladrão de mulher" (c/ Serginho Procópio) e "Falsa alegria" (c/ Monarco e Ratinho) e a faixa-título, "Um dos poetas do samba" (Mário Sérgio, Caprí e Wilson Moreira), além dos sucessos "Vê se me erra" (Serginho Meriti, Octacílio da Mangueira e Carlos Senna), "Fiquei amarrado na sua blusinha" (Barberinho do Jacarezinho e Rody do Jacarezinho) e "Vai com Deus", da autoria de Casquinha. No ano seguinte, em 1993, no disco "Alô, mundo!", lançado pela gravadora RCA, incluiu várias músicas de sua autoria, entre elas, "Ai que saudade do meu amor" (c/ Arlindo Cruz), "O salaminho" (c/ Ratinho), "Moenda velha" (c/ Wilson Moreira), "Mandei um toque" (c/ Serginho Procópio e Espingarda de Xerém) e "Frio de uma solidão", em parceria com Mauro Diniz.

Em 1996, lançou pela PolyGram o disco "Deixa clarear", cujo repertório incluiu "Verdade" (Nélson Rufino e Carlinhos Santana), "Deixa clarear" (Arlindo Cruz, Sombrinha e Marquinhos PQD), "Nega do patrão" (Octacílio da Mangueira e Ari do Cavaco), "Vivo isolado do mundo" (Alcides Dias Lopes), "Velho ditado" (Dudu Nobre e Luizinho SP), "Conflito" (Barberinho do Jacarezinho e Marcos Diniz) e "Não sou mais disso", de sua autoria em parceria com Jorge Aragão, todas, grandes sucessos em várias emissoras de todo o país, que marcariam definitivamente a sua carreira.

O CD "Zeca Pagodinho ao vivo" vendeu mais de meio milhão, em 1999.

No disco "Casa de samba 2", gravou com Caetano Veloso a música "Com que roupa?", de Noel Rosa. Anos mais tarde, no disco "Casa de samba 4", também produzido por Rildo Hora, dividiu com Sandra de Sá a faixa "Judia de mim", parceria com Wilson Moreira.

Ganhou sete "Discos de Ouro" e dois de "Platina". Suas constantes apresentações no Metropolitan, uma das maiores casas de shows da América Latina, somaram um público superior a um milhão de espectadores só no período 1999/2000.

No ano 2000, lançou o disco "Água da minha sede" pela gravadora Universal, que vendeu 600 mil cópias e no qual interpretou "Alto lá", composta em parceria com Sombrinha e Arlindo Cruz, tema da novela "O Clone", da Rede Globo). Incluiu ainda a faixa-título "Água da minha sede" (Dudu Nobre e Roque Ferreira), "Maneco telecoteco" (Marques e Roberto Lopes), "Delegado Chico Palha" (Tio Hélio e Nilton Capolino), "A ponte" (Elton Medeiros e Paulo César Pinheiro), "Perfeita harmonia" (Almir Guineto, Bidubi e Bandeira Brasil), "Nunca vi você tão triste" (Monarco e Alcino Corrêa), "Preservação das raízes" (Barberinho do Jacarezinho e Luiz Grande), "Pagode fino trato" (Carlos Roberto da Mangueira) e "Jura", de autoria de Sinhô (José Barbosa da Silva), compositor de grande prestígio na década de 1920 no Rio de Janeiro e um dos fundadores do samba. A música foi incluída na novela "O Cravo e a Rosa", da Rede Globo. Deste disco ainda se destacou a faixa "Vacilão" (Zé Roberto), tocada exaustivamente em todas as emissoras do país. Ainda no mesmo ano, ao lado de outros artistas, participou do CD "Os melhores do ano II", pela gravadora Indie Records, no qual interpretou "Saudade louca" (Acyr Marques, Arlindo Cruz e Franco) e, junto a Almir Guineto, "Insensato destino", de autoria de Chiquinho, Maurício Lins e Acyr Marques.

No ano 2001, ao lado de vários artistas participou, na casa de show Tom Brasil, em São Paulo, de uma homenagem a João Nogueira. No show interpretou as composições "Do jeito que o rei mandou" e "Sonho de bamba", sendo o disco lançado logo após pela gravadora Jam Music. Ainda em 2001, idealizou e possibilitou junto à gravadora Universal o disco "Quintal do Pagodinho", produzido por Rildo Hora. No CD foram reunidos vários compositores preferidos do cantor e que fazem seu repertório ser o sucesso que é, entre eles, Wilson das Neves, Efson, Zé Roberto, Barbeirinho do Jacarezinho, Luiz Grande, Dunga, Carlos Roberto, Maurição, Jorge Macarrão, Luizinho Toblow, Leandro Dimenor, Rixxah, Alamir e Octacílio da Mangueira. O disco foi gravado ao vivo em seu sítio, em Xerém, e lançado em um grande show no Canecão, no Rio de Janeiro, transformando o palco da casa em uma roda de samba. No final do ano de 2001, participou do disco "Nome sagrado - Beth Carvalho canta Nelson Cavaquinho", no qual interpretou em dueto com a madrinha-artística, a faixa "Dona Carola", de Nelson Cavaquinho, Norival Bahia e Walto Feitosa. Fundou o Instituto de Educação Artística de Xerém, no qual 160 crianças das comunidades próximas têm, totalmente de graça, aulas de piano, sopros, teclados, cordas (na Escola de Música Mata Virgem), acesso à biblioteca, equipamento audiovisual, leitura musical e práticas vocais. O Instituto também mantém consultório médico e dentário para os alunos, para os quais a única exigência é que estejam matriculados em escola de ensino regular.

Em 2002, ao lado de outros artistas, participou do disco "Os melhores do ano III", CD no qual interpretou com Dudu Nobre a música "Faixa amarela" (Zeca Pagodinho, Jessé Pai, Luiz Carlos e Beto Gago). Ainda em 2002, com produção de Rildo Hora, lançou o CD "Deixa a vida me levar". No disco contou com a participação da Velha-Guarda da Portela em duas faixas, incluiu de sua autoria "Chove, é o céu que chora", parceria com Mauro Diniz, "Riquezas do Brasil" (Candeia e Valdir 59), "Meu modo de ser" (Zé Roberto), "Calangueei" (Almir Guineto), "Amor não me maltrate" (Monarco), "Nega Judite" (Leandro Dimenor) e a faixa-título "Deixa a vida me levar", de autoria de Serginho Meriti e Eri do Cais, que seria ainda mais veiculada depois que os jogadores brasileiros a elegeram a música preferida nos encontros informais da seleção na Copa do Mundo de futebol de 2002. Ainda deste mesmo disco, destacou-se o grande sucesso "Caviar" (Luiz Grande, Barbeirinho do Jacarezinho e Marcos Diniz). No dia 1º de maio de 2002 foi a estrela máxima das celebrações públicas do Dia do Trabalho. Seu show na praia de Copacabana reuniu mais de 60 mil expectadores, testemunharam a maturidade e a repercussão do seu sucesso pessoal. Outra participação importante do cantor se deu no disco em homenagem a Jackson do Pandeiro, no qual gravou em dueto com Chico Buarque "A mulher do Aníbal". Esta faixa foi incluída no disco "Duetos" de Chico Buarque, lançado em maio do mesmo ano. Participou do disco "Jorge Aragão ao vivo convida", pela gravadora Indie Records, no qual interpretou em dueto com o anfitrião "Mutirão do amor", parceria com Jorge Aragão e Sombrinha. Fez show de lançamento do CD "Deixa a vida me levar" no ATL HALL, com participação de seu filho Eduardo e de Serginho Meriti. A faixa "Deixa a vida me levar" foi a música mais executada nesse ano, segundo pesquisa da ABPD (Associação Brasileira dos Produtores de Discos), associação que reúne as cinco multinacionais do disco: Sony, BMG, Universal, EMI e Warner e ainda a Som Livre.

Em 2003, participou do CD "Duetos", de Neguinho da Beija-Flor, disco no qual interpretou, com o anfitrião, "Fé e raiz". Recebeu o prêmio de "Melhor Cantor de Disco de Samba" pelo CD "Deixa a vida me levar", no "Prêmio Tim de Música", no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Ao lado de Arlindo Cruz e Almir Guineto participou do CD "Sambas de Almir", disco da cantora Dorina em homenagem à obra de Almir Guineto. Lançou o CD e DVD "Zeca Pagodinho Acústico MTV", com arranjos de Rildo Hora e Paulão Sete Cordas e ainda a participação dos músicos Mauro Diniz, Henrique Cazes e Jorge Gomes. No CD foram incluídos alguns de seus maiores sucessos. Entre as composições destacaram-se "Verdade" (Nélson Rufino e Carlinhos Santana), "Quando eu te contar (YaYá)" (Serginho Meriti e Beto Sem Braço), "Patota do Cosme" (Nílton Bastos e Carlos Senna) e "Brincadeira tem hora" (Zeca Pagodinho e Beto Sem Braço). As quatro composições inéditas foram "Lá vai marola" (Serginho Meriti), "O penetra" (Zé Roberto), "Comunidade carente" (Barbeirinho do Jacarezinho, Marcos Diniz e Luiz Grande) e "Pago pra ver", de autoria de Nelson Rufino e Toninho Geraes. O CD chegou à marca de 530 mil cópias vendidas e o DVD vendeu 230 mil cópias. Neste mesmo ano, foi finalizado o documentário "O jaqueirão do Zeca", curta-metragem dirigido por Denise Moraes e Ricardo Bravo e lançado o livro de Luiz Fernando Vianna, "Zeca Pagodinho - a vida que se deixa levar" (Coleção Perfis do Rio) pela RioArte e Editora Relume-Dumará, sobre personalidades importantes da vida cultural da cidade do Rio de Janeiro.

Ganhou o "Prêmio Tim 2004" na categoria "Melhor Cantor de Samba". Neste mesmo ano foi um dos convidados de Beth Carvalho no DVD "Beth Carvalho - a madrinha do samba", no qual interpretou em dueto com a anfitriã as faixas "Camarão que dorme a onda leva" (c/ Arlindo Cruz e Beto Sem Braço) e "Ainda é tempo de ser feliz", de autoria de Arlindo Cruz, Sombra e Sombrinha.

No ano de 2005 lançou o CD "À vera", no qual interpretou de sua autoria "Quem é ela" (c/ Dudu Nobre), "Cavaco e sapato" (c/ Nei Lopes) e "Zeca, cadê você?" (c/ Jorge Aragão), faixa na qual contou com as participações especiais de Marcelo D2, Seu Jorge e Baixinho (caseiro de Zeca Pagodinho). No disco também interpretou "Dona Esponja" (Marcos Diniz, Barberinho do Jacarezinho e Luiz Grande), "O biscateiro" (Serginho Meriti e Jairo Aleixo), "Vida da gente" (Alamir e Roberto Lopes), "Cachorro" (Caprí e Almir Guineto), "Dizer não pro adeus" (Dona Ivone Lara, Bruno Castro e Luiz Carlos da Vila), "Cadê meu amor?" (Nélson Rufino), "Pra São Jorge" (Pecê Ribeiro), "Coração feliz" (Monarco e Mauro Diniz), com a participação da Velha-Guarda da Portela e ainda "Ninguém merece", composição de Arlindo Cruz, Jorge David e Acyr Marques, incluída na trilha sonora da novela "A lua me disse", da Rede Globo.


A Obra
A vaca (c/ Ratinho)
Ai que saudade do meu amor (c/ Arlindo Cruz)
Alto lá (c/ Arlindo Cruz e Sombrinha)
Anjo ateu (c/ Pedrinho da Flor e Ratinho)
Bagaço da laranja (c/ Arlindo Cruz e Jovelina Pérola Negra)
Brincadeira tem hora (c/ Beto Sem Braço)
Calunga (c/ Sílvio da Silva)
Camarão que dorme a onda leva (c/ Arlindo Cruz e Beto Sem Braço) • Castelo de cera (c/ Arlindo Cruz)
Cavaco e sapato (c/ Nei Lopes)
Chamego de pai (c/ Beto Sem Braço)
Chico não vai na curimba (c/ Dudu Nobre)
Chove, é o céu que chora (c/ Mauro Diniz)
Cidade do pé junto (c/ Beto Sem Braço)
Colher de pau (c/ Beto Sem Braço)
Depois do temporal (c/ Beto Sem Braço)
Dez mandamentos (c/ Arlindo Cruz)
Dor de amor (c/ Arlindo Cruz e Acyr Marques)
É de blacktie (c/ Martinho da Vila)
Faixa amarela (c/ Jessé Pai, Luiz Carlos e Beto Gago)
Falsa alegria (c/ Monarco e Ratinho)
Frio de uma solidão (c/ Mauro Diniz)
Garrafeiro (c/ Mauro Diniz)
Já mandei botar dendê (c/ Arlindo Cruz e Maurição)
Jiló com pimenta (c/ Arlindo Cruz)
Judia de mim (c/ Wilson Moreira)
Lama nas ruas (c/ Almir Guineto)
Leilão (c/ Beto sem Braço)
Lente de contato (c/ Jorge Simas e Wanderson)
Luz de Ogum (c/ Ratinho)
vMafuá de Iaiá (c/ Argemiro e Serginho)
Mal de amor (c/ Mauro Diniz e Beto Sem Braço)
Mandei um toque (c/ Serginho Procópio e Espingarda de Xerém)
Menor abandonado (c/ Mauro Diniz e Pedrinho da Flor)
Moenda velha (c/ Wilson Moreira)
Não sou mais disso (c/ Jorge Aragão)
O feijão da Dona Neném (c/ Arlindo Cruz)
O salaminho (c/ Ratinho)
Partido doce (c/ Mauro Diniz)
Pisa como eu pisei (c/ Beto Sem Braço e Aluísio Machado)
Quando te vi chorando (c/ Arlindo Cruz)
Quem é ela (c/ Dudu Nobre)
Que pecado (c/ Acyr Marques e Arlindo Cruz)
Santa paciência (c/ Mauro Diniz)
São José de Madureira (c/ Beto Sem Braço)
Se eu for falar de tristeza (c/ Beto Gago)
Se eu sorrir, tu não podes chorar (c/ Martinho da Vila)
Se tivesse dó (c/ Nélson Rufino)
Talarico, ladrão de mulher (c/ Serginho Procópio)
Tarda, mas não fala (c/ Adilson Victor)
Tempo de criança (c/ Beto Gago)
Ter compaixão (c/ Arlindo Cruz e Marquinho China)
Termina aqui (c/ Ratinho e Arlindo Cruz)
Testemunha ocular (c/ Jorge Aragão)
Vem pra ser meu refrão (c/ Arlindo Cruz)
Vou botar teu nome na macumba (c/ Dudu Nobre)
Zeca, cadê você? (c/ Jorge Aragão)
Discografia
Raça brasileira (1985) RGE LP
Zeca Pagodinho (1986) RGE LP
Patota do Cosme (1987) RGE LP
Jeito moleque (1988) RCA LP • Boêmio feliz (1989) RCA LP
Mania da gente (1990) BMG LP
Pixote (1991) BMG LP
Um dos poetas do samba (1992) RCA CD
Alô, mundo! (1993) RCA CD
Samba pras moças (1995) PolyGram CD
Deixa clarear (1996) PolyGram CD
Hoje é dia de festa (1997) PolyGram CD
Ao mestre Heitor dos Prazeres (1998) PolyGram CD
Zeca Pagodinho ao vivo (1999) Universal CD
Água da minha sede (2000) Universal CD
Os melhores do ano II (2000) Indie Records CD
Nome sagrado. Beth Carvalho Canta Nelson Cavaquinho (2001) Jam Music CD
Os melhores do ano III (2002) Indie Records CD
Deixa a vida me levar (2002) Universal Music CD
Chico Buarque - Duetos (2002) (participação) CD
Jorge Aragão ao vivo convida (2002) Indie Records CD
Zeca Pagodinho Acústico MTV (2003) Universal CD/DVD
À vera (2005) Universal CD