Dez sambas disputaram a final do concurso, depois de mais de 800 inscritos. Renomados sambistas participaram.
PATRIMÔNIO CULTURAL (Noca da Portela / Noka Netto) – DNA DO SAMBA
ENTRA (Ed Villaça / Darcy Maravilha) – ED VILLAÇA
AMOR VERDE E ROSA (Clarão / Eraldo Caê) – CLARÃO
NÃO É BEM ASSIM (Pakato do Cavaco / Gegê de Itaboraí) – FLAVINHO MACHADO
SOA CAVACO (Chiquinho Campo Grande / Lucio Mariano) – DADÁ DA MANGUEIRA
DE OLHO NO GATO (Xande de Pilares / Gilson Bernini / Josemar Manfredini) – ZÉ PAULO SIERRA
O TEMPO (Osmar do Breque) – OSMAR DO BREQUE
SALGUEIRO É PARA SEMPRE (Touro / João da Valsa / Luiz Fernando) – TOURO
FOI VOCÊ (Tiãozinho da Mocidade) – TIÃOZINHO DA MOCIDADE e VELHA GUARDA (MOCIDADE INDEPENDENTE DE PADRE MIGUEL)
AMOR DE CARNAVAL (Wanderley Caramba / Dominguinhos do Estácio) – DOMIGUINHOS DO ESTÁCIO
Em uma noite com quase duas mil pessoas no Circo Voador, foram escolhidos os três melhores sambas. O mangueirense Gustavo Clarão, ficou com o terceiro lugar. Tiãozinho da Mocidade ficou com o segundo lugar e a grande vencedora foi Soa Cavaco, de Lúcio Mariano e Chiquinho Campo Grande, interpretada pela Dada da Mangueira. O troféu Jamelão foi entregue por Jamelão Neto e a parceria campeã levou um cheque de R$ 5.000,00.
O fim da festa teve um maravilhoso show com a Velha Guarda da Portela, que homenageou a pastora Tia Doca, falecida recentemente.
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